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Eugênio Colonnese foi um dos grandes mestres dos quadrinhos mundiais que desembarcaram no Brasil na segunda metade do século XX para consolidar uma tradição tipicamente nacional: as histórias de terror. Italiano de nascimento, com uma longa passagem pela Argentina, migrou para São Paulo. Sua criação mais famosa é a irresistível mulher vampira “Mirza”, que criou em 1967 no Estúdio D-Arte para a editora Jotaesse, de José Sidekerskis. Portanto, dois anos antes da americana “Vampirella”. Com passagens também pelos livros didáticos, especializou-se quadrinhos de guerra e super-heróis. Criou seres fantásticos a partir de seu traço inconfundível que se destaca pelo completo domínio do pincel e da narrativa em preto e branco. Nas duas últimas décadas, manteve intensa produção de quadrinhos para as revistas “Calafrio” e “Mestres do Terror”, de Rodolfo Zalla; e chegou a fazer cinco números das aventuras do herói circense “Beto Carreiro”, na década de 1980. Leia: O Espírito da Guerra - A Arte Exuberante de Desenhar Mulheres - O Morto do Pântano - Histórias de Guerra - Arte Exuberante de Desenhar Mulheres 2 |